POV Louis
2 meses já se passaram e nenhuma melhora no estado da (s/n). Todos os dias visito ela e fico o Maximo de tempo que consigo, estou quase louco tentando conciliar minha carreira e as idas ao hospital, os meninos estão me ajudando muito, mas quem realmente está sendo meu suporte é a Becca, continuei minhas consultas com ela depois da primeira, ela me passou um calmante pra eu conseguir dormir já que sem eles fico em claro.
Meu tempo no hospital é dividido entre visitar a (S/n) e ir falar com a Becca, ela ainda continua minha psicóloga, mas depois de 2 meses nos tornamos realmente amigos. Ela é minha melhor amiga na verdade, eu só confio nela e nos meninos agora que não tenho mais a (s/a).
- Boa tarde Lou. – Becca me deu um abraço.
- Boa Tarde Be. – Respondi sentando no tão conhecido sofá.
- Vamos começar?
- Claro. O que vamos falar hoje? – Eu não precisava mais ficar olhando o quadro, agora já tinha coragem de conversar com ela olhando em seus olhos.
- Pensei em fazer algo diferente hoje. O que acha? – Ela perguntou com um sorriso largo.
- Claro o que você quiser.
- Então, pensei em sairmos desse hospital, tomar um sorvete ou um café.
- Isso é permitido?
- Claro, e não deixa de ser uma terapia também. – Ela sorria.
- Ok então vamos.
Fomos com meu carro até um parque, era lindo e tinha muitas crianças brincando, casais apaixonados e guloseimas pra comer. Compramos sorvete e sentamos em um banco meio distante da multidão.
- Então... Como está hoje? – Becca perguntou me encarando enquanto tomava seu sorvete.
- Bem na medida do possível como sempre. – Respondi olhando para um casal brincando com seu filho longe de nós.
- Você quer ter filhos? –Ela perguntou olhando na mesma direção.
- Vários. –Respondi sorrindo.
- Interessante você será um ótimo pai Louis. – Ela depositou sua mão em meu ombro.
- Primeiro tenho que ter a mãe, e bem acho que isso está ficando cada vez mais impossível com a (s/n) nesse estado. – Abaixei a cabeça segurando pra não chorar.
- Tudo é possível Lou, e se o pior acontecer você terá que seguir sua vida. Não pode espera-la pra sempre, com o tempo achara alguém especial o suficiente pra você permitir entrar em seu coração. – Ela falou colocando a mão no meu peito.
- Não sei se consigo, além do mais a única mulher que consigo pensar em minha vida além da (s/a) é você. – Falei olhando em seus olhos que brilhavam.
- Nossa isso é uma honra. –Ela quase sussurrou essas palavras.
- Eu confio em você Be, você conseguiu diminuir minha culpa e cessar minha dor. Eu gosto muito de você e te quero sempre em minha vida, mesmo que a (s/a) acorde ainda quero você na minha vida. – Falei enquanto meu coração disparava, não entendi o por que daquilo, mas ao falar aquilo sentia meu coração se enchendo de algo, como se fosse, não sei, Esperança.
- Lou, eu não pretendo sair da sua vida, nunca entendeu? Não importa o que aconteça sempre estarei ao seu lado. Você é muito especial pra mim, não consigo imaginar meus dias sem você neles. – Ela se aproximava cada vez.
- Isso é... Ótimo. Por que não quero que fique sem mim. – Falei meio gaguejando.
Ficamos nos encarando por um tempo então ela quebrou o silencio.
- Me leva pra casa? – Ela falou ainda me encarando.
- Claro. – Nos levantamos e fomos rápido até o carro, tinha uma tensão no ar, sabíamos que algo havia acontecido ali.
A levei até a porta, mas quando ela abriu pediu pra eu entrar e sem nem pensar fiz. Estava fazendo tudo naquele momento menos pensar.
- Deixa eu cuidar de você? – Becca perguntou acariciando meus cabelos que me fez fechar os olhos. Apenas concordei com a cabeça então ela aproximou mais seu corpo ao meu, conseguia sentir sua respiração quente, sabia o que estava prestes a acontecer, mas como disse no estava pensando naquele momento. Eu só queria ser cuidado, ser desejado e amado, sentia falta disso, sentia falta dela, fechei meus olhos e quando abri era ela ali, (s/a). Peguei-a em meu colo a fazendo cruzar suas pernas em volta da minha cintura, comecei a beija-la desesperadamente, logo beijava seu pescoço, seios e cada parte de seu corpo. Paramos no tapete da sua sala, sentia seu corpo quente no meu, seus movimentos perfeitos, sua excitação explícita com seus altos gemidos enquanto a penetrava. (S/n) estava perfeita, abri meus olhos no ápice do meu prazer, queria ver seu rosto enquanto tínhamos nossos orgasmos.
- Becca. – Foi a única coisa que consegui falar ao tomar um choque vendo que aquela não era a (s/n). Onde eu estava com a cabeça? Acabei de transar com minha psicóloga enquanto minha namorada está em coma.
2 meses já se passaram e nenhuma melhora no estado da (s/n). Todos os dias visito ela e fico o Maximo de tempo que consigo, estou quase louco tentando conciliar minha carreira e as idas ao hospital, os meninos estão me ajudando muito, mas quem realmente está sendo meu suporte é a Becca, continuei minhas consultas com ela depois da primeira, ela me passou um calmante pra eu conseguir dormir já que sem eles fico em claro.
Meu tempo no hospital é dividido entre visitar a (S/n) e ir falar com a Becca, ela ainda continua minha psicóloga, mas depois de 2 meses nos tornamos realmente amigos. Ela é minha melhor amiga na verdade, eu só confio nela e nos meninos agora que não tenho mais a (s/a).
- Boa tarde Lou. – Becca me deu um abraço.
- Boa Tarde Be. – Respondi sentando no tão conhecido sofá.
- Vamos começar?
- Claro. O que vamos falar hoje? – Eu não precisava mais ficar olhando o quadro, agora já tinha coragem de conversar com ela olhando em seus olhos.
- Pensei em fazer algo diferente hoje. O que acha? – Ela perguntou com um sorriso largo.
- Claro o que você quiser.
- Então, pensei em sairmos desse hospital, tomar um sorvete ou um café.
- Isso é permitido?
- Claro, e não deixa de ser uma terapia também. – Ela sorria.
- Ok então vamos.
Fomos com meu carro até um parque, era lindo e tinha muitas crianças brincando, casais apaixonados e guloseimas pra comer. Compramos sorvete e sentamos em um banco meio distante da multidão.
- Então... Como está hoje? – Becca perguntou me encarando enquanto tomava seu sorvete.
- Bem na medida do possível como sempre. – Respondi olhando para um casal brincando com seu filho longe de nós.
- Você quer ter filhos? –Ela perguntou olhando na mesma direção.
- Vários. –Respondi sorrindo.
- Interessante você será um ótimo pai Louis. – Ela depositou sua mão em meu ombro.
- Primeiro tenho que ter a mãe, e bem acho que isso está ficando cada vez mais impossível com a (s/n) nesse estado. – Abaixei a cabeça segurando pra não chorar.
- Tudo é possível Lou, e se o pior acontecer você terá que seguir sua vida. Não pode espera-la pra sempre, com o tempo achara alguém especial o suficiente pra você permitir entrar em seu coração. – Ela falou colocando a mão no meu peito.
- Não sei se consigo, além do mais a única mulher que consigo pensar em minha vida além da (s/a) é você. – Falei olhando em seus olhos que brilhavam.
- Nossa isso é uma honra. –Ela quase sussurrou essas palavras.
- Eu confio em você Be, você conseguiu diminuir minha culpa e cessar minha dor. Eu gosto muito de você e te quero sempre em minha vida, mesmo que a (s/a) acorde ainda quero você na minha vida. – Falei enquanto meu coração disparava, não entendi o por que daquilo, mas ao falar aquilo sentia meu coração se enchendo de algo, como se fosse, não sei, Esperança.
- Lou, eu não pretendo sair da sua vida, nunca entendeu? Não importa o que aconteça sempre estarei ao seu lado. Você é muito especial pra mim, não consigo imaginar meus dias sem você neles. – Ela se aproximava cada vez.
- Isso é... Ótimo. Por que não quero que fique sem mim. – Falei meio gaguejando.
Ficamos nos encarando por um tempo então ela quebrou o silencio.
- Me leva pra casa? – Ela falou ainda me encarando.
- Claro. – Nos levantamos e fomos rápido até o carro, tinha uma tensão no ar, sabíamos que algo havia acontecido ali.
A levei até a porta, mas quando ela abriu pediu pra eu entrar e sem nem pensar fiz. Estava fazendo tudo naquele momento menos pensar.
- Deixa eu cuidar de você? – Becca perguntou acariciando meus cabelos que me fez fechar os olhos. Apenas concordei com a cabeça então ela aproximou mais seu corpo ao meu, conseguia sentir sua respiração quente, sabia o que estava prestes a acontecer, mas como disse no estava pensando naquele momento. Eu só queria ser cuidado, ser desejado e amado, sentia falta disso, sentia falta dela, fechei meus olhos e quando abri era ela ali, (s/a). Peguei-a em meu colo a fazendo cruzar suas pernas em volta da minha cintura, comecei a beija-la desesperadamente, logo beijava seu pescoço, seios e cada parte de seu corpo. Paramos no tapete da sua sala, sentia seu corpo quente no meu, seus movimentos perfeitos, sua excitação explícita com seus altos gemidos enquanto a penetrava. (S/n) estava perfeita, abri meus olhos no ápice do meu prazer, queria ver seu rosto enquanto tínhamos nossos orgasmos.
- Becca. – Foi a única coisa que consegui falar ao tomar um choque vendo que aquela não era a (s/n). Onde eu estava com a cabeça? Acabei de transar com minha psicóloga enquanto minha namorada está em coma.
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