sábado, 12 de julho de 2014

Fanfic Louis Tomlinson - cap.7

- uau..- respondi com a respiração ofegante enquanto nossas testas permaneciam coladas, começamos á gargalhar sem motivo, sentamos no sofá ainda rindo feito loucos, era o momento perfeito ninguém poderia atrapalhar- do que estamos rindo?

- eu simplesmente não sei..- ele continuava rindo o que motivava á continuar rindo também

- as vezes eu acho que..não sou normal..ser fã de retardados, me levou á loucura..- sua gargalhada dobrou

- ou o excesso de vento na moto limpou seus neurônios..- ele ria e eu segurei para não rir

- não curti..- fiz biquinho – olha quem diz, de tanto comer cenouras ficou assim..- estava na mesma situação que eu, sendo forçado á segurar o riso

- o que você quis dizer com isso?- me encarou com os olhos semicerrados 

- o mesmo que você quis dizer sobre mim..

- só que eu posso..você não..- fingia estar bravo, eu andava para trás até me encontrar sem saída encostada em uma parede

- eu não tenho medo de você..- falei encarando-o

- pois deveria..- me prensou contra a parede

- e porque eu deveria ter medo de você, Boobear?

- você  não sabe do que sou capaz (S/n)!

- continuo sem ter medo..

- tem certeza?

- tenho..- me beijou sem aviso algum, sem nenhuma pista do que iria fazer, nossas línguas dançavam em perfeita sincronia, em uma dança única, travavam uma guerra, em um impulso agarrei minhas pernas em volta de sua cintura, a sensação era incrível, nunca havia sentido algo parecido em minha vida, era como se eu quisesse passar o resto de minha vida ao lado de Louis Tomlinson

- viu do que sou capaz?

- uau..morri de medo..- ironizei, estava do mesmo jeito que minutos atrás, ofegante. Nossas respirações descompassadas se acalmavam lentamente – tenho que ir Boo..está ficando tarde..

- não vai..fica comigo..- apertou o abraço

- mas eu não trouxe roupa..não trouxe nada..

- você pode dormir com uma camisa minha..

- e a..

- escovas? Tenho dezenas guardadas caso precisem..por favor fica aqui hoje..- fez bico

- ai caraio..- gritei quando um trovão me assustou – ta bom, eu fico..só porque odeio andar de moto na chuva..

- oba...- me abraçou e no mesmo instante acabou a energia – droga..vamos ter que subir com a ajuda dos celulares..- percebi o sorriso em sua voz

- o meu ta..aqui..- ativei a lanterna e Lou fez o mesmo.

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