-Ai, meu Deus! – Era a única coisa que conseguia falar entre os suspiros. Minha respiração estava descompassada, eu tremia e suspirava a todo instante.
Enfim tinha chegado o ‘grande dia’. Aquele pelo qual todas esperamos, que passamos dias e noites sonhando acordadas, o dia em que, finalmente, seu príncipe encantado, o amor da sua vida, assim espero, esteja te esperando, com um enorme sorriso, no altar.
É, esse dia tinha chegado pra mim e em nenhum dos ‘dias’ ou das ‘noites’ havia imaginado ficar tão nervosa. Enquanto esperava, dentro do carro em frente a enorme abadia, lembrava do dia em que Louis, “o meu príncipe encantado, amor da minha vida”, pedira minha mão…
“Era sexta de manhã, eu tinha acabado de acordar. Passei a mão, ainda com os olhos fechados, no meu lado e não senti ninguém. Decidi levantar, fiz minha higiene e desci. Lá estava ele. Só com uma calça de moletom, estava fritando algo, quando me viu abriu um enorme sorriso e largou o que tinha em mãos, eu rapidamente me atirei em seus braços e nós nos beijamos apaixonadamente.
-Sabe que dia é hoje? – Disse, ainda, com as mãos em voltada da minha cintura e os lábios bem próximos dos meus.
-Três anos! – Simplesmente respondi com um sorriso nos lábios e ele me beijou novamente. – Uau, foi você que preparou tudo isso? – Perguntei assim que ele se afastou para que eu pudesse examinar o ambiente. Assim que o fiz, vi uma mesa farta repleta de rosas brancas, minhas prediletas.
-Digamos que mamãe me deu uma ‘mãozinha’. Mas a ideia foi completamente minha! – Eu ri um pouco da sua expressão e depois ele me convidou para sentar à mesa.
Comemos e rimos muito, o que era impossível não fazer quando se estava com Louis Tomlinson. Então, me levantei para arrumar a mesa. Louis veio em minha direção e me abraçou por trás. Levei um susto quando, segundo depois, ele estendeu uma caixinha à minha frente e abriu.
-Quer casar comigo?
Ah, mds! Ele só podia estar brincando. Era tudo que eu mais queria. Casar com ele, sim, sim e sim. Eu o amava tanto…
-Com certeza. – Respondi com tamanha convicção. Ele sorriu e, em seguida, pôs o anel delicadamente em meu dedo.
-Eu te amo.
-Eu também te amo.
Então, ele me beijou…”
E, agora, aqui estava eu. Nervosa, apaixonada, e ansiosa.
Tinha chegado a minha hora. Desci calmamente do carro e agarrei-me ao braço do meu pai, que me garantiu que ia dar tudo certo.
Enquanto caminhava até Lou, era observada minuciosamente por todos os presentes. Eu sabia disso, mas no minuto em que avistei aqueles lindos olhos azuis nada mais importava, só eu e ele.
Fui recebida com um enorme sorriso e um carinhoso beijo na testa.
“Você está perfeita!”, ele sussurrou. E eu só conseguia sorrir.
A cerimônia iniciou, Louis e eu nós olhávamos a todo instante, ambos sorrindo como bobos. Enfim, chegou o tão esperado momento, o do juramento dos noivos. Ficamos um de frente para o outro, de mãos dadas, trocando olhares, com o coração batendo acelerado e lágrimas descendo pelo rosto.
Eu fiz o meu e era vez de Louis. Ele me olhou intensamente e começou a falar lentamente:
"Eu, Louis William Tomlinson, te recebo (s/n/c), como minha esposa e te prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, por todos os dias da nossa vida, até que… – Chegou a parte do “até que a morte nos separe”, era isso que todos esperavam que Louis dissesse, mas não foi isso que ele disse. – Para sempre! – Disse, ainda me fitando intensamente, com um sorriso nos lábios.
-Para sempre! – Repeti sorrindo.
- Eu os declaro marido e mulher… FIM!
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